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Gaja Barbaresco DOCG 1971
Gaja Barbaresco DOCG 1971
Gaja Barbaresco DOCG 1971 é um pedaço de história do Piemonte, assinado por Angelo Gaja, o produtor que modernizou Barbaresco e levou o Nebbiolo a patamares de culto mundial. Vindo de vinhas próprias em Barbaresco e Treiso, este vinho representa a fase em que Gaja começava a reduzir rendimentos e a introduzir carvalho francês, afinando o estilo clássico da casa com maior precisão e profundidade. 1971 foi um ano extraordinário para Barolo e Barbaresco, frequentemente apontado como um dos grandes clássicos do século XX. Os vinhos uniram concentração, acidez vibrante e enorme capacidade de envelhecimento, prova disso é este Barbaresco 1971, ainda pleno de vida décadas depois da vindima.
Vinificação: Fermentado de forma tradicional, com longas macerações para extrair cor, taninos finos e aromas complexos. Nessa época, o envelhecimento combinava grandes tonéis de carvalho da Eslavónia com o uso crescente de barricas francesas, um corte com a prática regional que ajudou a refinar estrutura e textura.
Notas de prova: Cor rubi profunda com bordo tijolo. O nariz é sedutor e maduro, com ameixa preta, frutos secos, notas de couro, terra húmida, alcaçuz e um toque de casca de laranja e especiaria. Na boca surge macio e envolvente, com acidez ainda viva, taninos totalmente polidos e uma textura quase cremosa; a fruta vermelha e negra, já em registo de compota elegante, prolonga-se num final muito longo e harmonioso.
Castas: 100% Nebbiolo
- Tipo de vinho
- Vinho Tinto
- Formato
- 0,75L
- País
- Itália
- Região
- Piedmont
- Jancis Robinson
- 17
- Vinious
- 93
O Barbaresco de 1971 é uma revelação em termos de precocidade após tantos anos, em parte porque veio de uma garrafa magnum dupla. De cor bastante profunda, ofereceu aromas sedutores de ameixas pretas, amoras, graxa de sapato e um leve toque de marmelada. Suave e aveludado no paladar, este Barbaresco tem uma textura derretida que o torna completamente irresistível. Com base nisso, os formatos grandes parecem possuir grande longevidade.
Rubi médio com rebordo tijolo. Inicialmente um pouco mais firme no nariz do que o 1958, mas também mais balsâmico. Suculento e ainda um pouco vibrante no paladar, com notas minerais e de ferro. Grande comprimento, mas após algum tempo começa a desvanecer-se um pouco no copo.